aula AO VIVO com Maria Pereda, Ph.D.
25 de Junho
às 20:00h
Quem está nas Sombras do Poder?
Quem está nas Sombras do Poder?
Mitraísmo, Tecnocracia e o Arquétipo do Messias Solar na Geopolítica Contemporânea.
“Quando a mídia financeira global representa cinco bilionários de tecnologia como estátuas de deuses greco-romanos e chama o momento de ‘Mythos’ — o que eles estão nos dizendo sobre como enxergam o poder e o lugar da humanidade nesse novo mundo?”
Será que existe um arquétipo, um padrão que se repete ao longo de 2.500 anos de história, o que sempre aparece quando uma elite quer reorganizar o mundo?
Na verdade, esse padrão não é teoria. Está nos documentos históricos, nos símbolos públicos, nas declarações dos próprios protagonistas.
Eu vou te mostrar como isso está operando agora, em tempo real e como ser capaz de alcançar tamanha profundidade, mudará por completo a sua leitura do que está acontecendo no mundo, ao mesmo tempo que, abrirá a visão profunda sobre sua estrutura de poder.
Você está preparado para receber essa verdade?
Toda vez que uma grande reorganização de poder acontece na história – uma nova ordem – ela vem acompanhada de três elementos:
– Um líder apresentado como ungido ou escolhido por forças maiores que ele mesmo,
– Uma cosmologia que legitima a expansão territorial de um grupo específico, e uma estrutura iniciática,
– Um grupo de iniciados com conhecimento reservado que move os fios por trás dos bastidores.
Esse padrão apareceu na Pérsia Aquemênida, quando Ciro, um rei pagão, foi chamado de Messias pelas próprias escrituras hebraicas e, usou isso para construir o maior império do mundo antigo.
Apareceu em Roma, quando o culto de Mitra, religião de mistério exclusiva para as elites militares e administrativas, com sete graus de iniciação e segredos reservados por nível, se tornou a espinha dorsal do poder imperial.
E esse mesmo padrão, com vocabulário atualizado, está operando hoje.
No século XXI, o vocabulário mudou. Não se fala mais em deuses solares, fala-se em aceleracionismo tecnológico.
Não se fala em graus de iniciação mitraica, fala-se em níveis de acesso a dados e algoritmos.
Não se fala em Lebensraum, fala-se em ‘network states’ e soberania digital.
Mas a estrutura é idêntica: um grupo de eleitos com missão histórica especial, um território, agora digital e físico simultaneamente, a ser dominado, e uma cosmologia que transforma esse domínio em destino inevitável.
Filósofos como Nick Land, pensadores como Curtis Yarvin, investidores como Peter Thiel articula explicitamente, em textos públicos que, a democracia é um experimento fracassado, que uma elite sacerdotal divina tecnocrática deve assumir o controle, e que a aceleração tecnológica é o motor de uma transformação que não pode ser detida. Eles chamam isso de Dark Enlightenment, Iluminismo das Trevas.
E o dado mais fascinante: o próprio Netanyahu chamou Trump de ‘Ciro moderno’. Líderes israelenses cunharam uma moeda com o rosto de Trump ao lado de Ciro.
Os Acordos de Abraão, nomeados teologicamente, não por acidente, foram apresentados como cumprimento de profecia. O simbolismo não é meu. É deles.
O que estou propondo não é uma teoria conspiratória. É uma análise de padrões simbólicos e estruturais que os próprios protagonistas tornam públicos, em livros, declarações, gestos, nomeações, símbolos.
Para te explicar tudo isso, indo realmente muito fundo, em níveis nunca antes expostos, eu estou preparando um webinário secreto no qual eu irei cruzar cinco camadas de dados principais, entre outras que aqui não mencionarei:
Primeira — a origem histórica do arquétipo do messias pagão a serviço de um projeto territorial, rastreável desde o Império Aquemênida.
Segunda — como esse arquétipo migrou através do Mitraísmo, do Hermetismo, da Maçonaria até as estruturas fundadoras dos Estados Unidos.
Terceira — como a filosofia tecnocrática contemporânea, o aceleracionismo, o Dark Enlightenment, reproduz a mesma estrutura com vocabulário tecnológico.
Quarta — como o simbolismo solar do messias pagão aparece explicitamente na narrativa Trump-Ciro, nos Acordos de Abraão e na aliança entre o sionismo cristão americano e a tecnocracia do Vale do Silício.
E quinta — como tudo isso articula uma reorganização geopolítica e financeira global que está acontecendo agora, com agenda, com atores identificáveis, e com um simbolismo que, quando você aprende a ler, está completamente às claras.
Mas eu irei navegar por níveis profundamente esotéricos…
Quando estudamos Peter Thiel, enxergamos o mito sob o qual opera, o do Dark Lord, portanto, ele não opera no vácuo ideológico.
Ele bebe de três fontes principais que se entrelaçam:
— René Girard: O Desejo Mimético como Controle Social.
Central ao pensamento de Thiel é o conceito de René Girard de desejo mimético, a ideia de que os desejos humanos não são inatos, mas formados pela imitação dos outros, como raiz da rivalidade e violência humanas de Stephen Diehl. Thiel estudou diretamente sob Girard em Stanford, tendo sido preparado para aplicar tudo sob essa lente.
O que é revelador para sua correlação: Thiel entende a tecnologia como mito realizador de algo comparável ao que as religiões fizeram na era primordial da humanidade: a criação de superestruturas que amenizam as tendências à dissolução que ameaçam a sociedade global.
Ou seja, tecnologia como ritual de violência sagrada, substituto do padrão civilizatório atual. Isso é explicitamente místico, e perverso.
— Leo Strauss e Carl Schmitt: O Esoterismo do Poder.
Este é o elo mais diretamente conectado ao arco nazismo → tecnocracia. Sim, esse arco é mais real do que possa imaginar.
No “The Straussian Moment”, Thiel argumenta que o filósofo deve se comunicar esotericamente, garantindo que seus segredos não caiam em mãos erradas, uma doutrina de conhecimento oculto é reservada a uma elite.
O detalhe crucial: Carl Schmitt foi um oficial nazista, enquanto Strauss era judeu que obviamente não podia retornar à Alemanha, e mesmo assim, mantiveram um diálogo filosófico subterrâneo por décadas, pois você deve entender o que eu te explicarei no webnario secreto, no mundo subterrâneo, essas separações não existem.
Strauss chegou aos EUA como refugiado e tornou-se o pai intelectual do neoconservadorismo americano. Essa é a linha direta do pensamento alemão antidemocrático para o establishment americano. Seus efeitos estão tomando o mundo todo, sem exceção, sob a forma de uma Terceira Via.
– Nick Land e o Aceleracionismo Ocultista.
Este é o mistério mais perturbador. Enquanto diretamente ligado ao esoterismo antigo, adaptado para estes tempos e, amplamente praticado.
Land e os membros do CCRU (Cybernetic Culture Research Unit) entrelaçaram ideias do ocultismo, cibernética, ficção científica e filosofia pós-estruturalista para descrever os fenômenos da aceleração tecno capitalista na criação de, literalmente, um Novo Mundo para um Pós-Humano.
Seu trabalho incorporou matemática, teoria dos conjuntos de Cantor, teorema da incompletude de Gödel e numerologia da Kabbalah.
Essencialmente se baseia na ideia de que narrativas mágicas podem se tornar reais através da crença coletiva. É magia simpática aplicada à tecnologia.
Isto é mais intenso e sério do que possa imaginar, e eu vou te explicar nesse webinário.
Marc Andreessen, em seu “Techno-Optimist Manifesto” de 2023, chamou Land de um dos “Santos Padroeiros do Tecno-Otimismo”, confirmando a influência direta no Vale do Silício.
Então, precisamos ler um eixo auxiliar, mas não único, para compreender o que eu estou dizendo:
Nietzsche → Nazismo → Strauss/Schmitt (Alemanha) → EUA pós-guerra → Silicon Valley.
Panteão Mitraico (7 graus iniciáticos) – Olimpo Grego (hierarquia divina) – “The Mythos Moment” — Economist 2026 (5 tecnocratas como deuses do novo panteão)
O livro “Unknown Lands” traça o percurso de Land desde suas primeiras leituras de Schopenhauer, Nietzsche, Freud e Bataille, os mesmos pensadores que alimentaram a cosmovisão nazista, agora relidos, ou melhor, reinterpretados através da lente tecnológica.
O conceito chave: a estrutura de Land, aceleração, antidemocracia, singularidade, destruição criativa, pós-humanismo, e limitações humanas como “bugs, não features”, é espelhada entre os tecno-bilionários, capitalistas de risco e futuristas do Vale do Silício.
O Vale do Silício tem um Landismo domesticado e sanitizado.
O que veremos através das crises e a guerra perpétua em execução, é a transformação realizada através do arquétipo político-místico recorrente que atravessa a história:
Um povo (não bíblico) com missão divina e, histórica especial → precisa de território para se expandir → justifica dominação ou eliminação de outros
Vamos ampliar o entendimento do que eu proponho para esta aula, dando uma olhada no Elo Estrutural da transformação a ser alcançada pelos choques constantes: Lebensraum – a Terra Prometida.
O conceito original de Lebensraum de Ratzel não era político ou econômico, mas de expansão espiritual e racialmente nacionalista, o Raum-motiv era uma força historicamente motriz, empurrando povos com grande Kultur a se expandirem naturalmente, dominação espacial.
O “Senso de Espaço” (Raumsinn): Povos com uma “grande cultura” possuíam uma consciência aguçada do valor do território.
Para ele, “grandes espaços mantêm grandes culturas”, enquanto povos que permaneciam confinados a áreas pequenas estariam destinados à estagnação ou ao desaparecimento.
A estrutura é idêntica ao conceito de Terra Prometida:
Em resumo, para Ratzel, a cultura não era apenas arte ou intelecto, mas uma força biológica e geográfica que se manifestava na escala do mapa: quanto maior a influência e o território de um povo, maior a sua cultura.
Agora, precisamos revisitar a empresa Palantir sob a ótica de um poderoso instrumento para o Lebensraum digital:
A Palantir (fundada por Thiel, nome retirado de Tolkien, as pedras de visão onisciente do Senhor dos Anéis) opera para os governos de Israel, EUA, Reino Unido e outros como plataforma de vigilância territorial e controle de populações.
Isso é literalmente um Lebensraum digitalizado, controle do “espaço vital” informacional de um povo sobre outro.
O elo Israel-Palantir-Thiel é direto e documentado:
Eu estou certa de que você já percebeu a importância de estar comigo nesta aula secreta e exclusiva, pois, não há outra forma de nos protegermos das garras destes planos, sem estarmos conscientes de seus próximos movimentos.
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Eu te encontrarei na Aula Secreta…
“Assim sou conhecida no mundo literário e científico – Antes uma profissional da área de ciência, tecnologia e inovação, que paralelamente se dedicou ao estudo da história, filosofia, misticismo, esoterismo e religiões comparadas, de forma a associá-las em uma compreensão maior quanto ao que aconteceu e acontece com a humanidade, desde o início dos tempos, de onde viemos e para onde vamos”…
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Data:
Quinta-feira, 25 de Junho
Horário:
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